sábado, 18 de outubro de 2014

OUTUBRO ROSA 

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Conhecido como um mal feminino, o câncer de mama também pode atingir os homens. Mais raro entre o sexo masculino, a doença atinge 1 homem a cada 100 mulheres.


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OUTUBRO ROSA - EM NATAL - RN 

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 AEROPORTO INTERNACIONAL AUGUSTO SEVERO 

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 PÓRTICO DOS REIS MAGOS 


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 PALÁCIO FELIPE CAMARÃO 

  OUTUBRO ROSA - CALENDÁRIO DE EVENTOS
 FEMAMA 


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FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama -

 Rua Ramiro Barcelos, 850 - Porto Alegre/RS



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sexta-feira, 17 de outubro de 2014


16/10/2014 11h06 - Atualizado em 16/10/2014 11h06

Parto de girafa: filhote 

chega ao mundo em 

queda de 2 metros

Fotógrafo captura nascimento e primeiros passos de bebê de girafa no Quênia.

Da BBC
As fêmeas da espécie dão à luz de pé; e o filhote no caso caiu de uma altura de dois metros ao fim do parto. (Foto: Andreas KnausenbergerCaers News)As fêmeas da espécie dão à luz de pé; e o filhote no caso caiu de uma altura de dois metros ao fim do parto. (Foto: Andreas Knausenberger/Caters News)
As girafas literalmente "caem" no mundo, logo quando nascem.
É o que mostra a sequência de imagens do nascimento de uma girafa capturadas pelo fotógrafo Andreas Knausenberger em uma reserva natural no Quênia.
As fêmeas da espécie dão à luz de pé; e o filhote no caso caiu de uma altura de dois metros ao fim do parto.
Mas, pouco depois, ele já estava andando.
Pouco depois do nascimento, filhote de girafa já estava andando (Foto: Andreas Knausenberger/Caters News)Pouco depois do nascimento, filhote de girafa já estava andando (Foto: Andreas Knausenberger/Caters News)

17/10/2014 07h37 - Atualizado em 17/10/2014 08h23

Impacto de remédios

na natureza faz peixes 

machos ficarem femininos

Estudos relatam como resíduos de fármacos despejados nas águas afetam comportamento e comprometem espécies de ecossistemas.

Da BBC
Características femininas em peixes machos foram notadas pela primeira vez nos anos 90 (Foto: Thinkstock/BBC)Características femininas em peixes machos foram notadas pela primeira vez nos anos 90 (Foto: Thinkstock/BBC)
Nós, seres humanos, tomamos paracetamol para dor de cabeça, contraceptivos para evitar a gravidez e Prozac para a depressão. Mas para onde vão os resíduos destas substâncias, uma vez cumprida a sua função?
O corpo humano elimina muitos dos medicamentos que ingerimos através da urina. A urina vai para os esgotos e, depois de atravessar um sistema imperfeito de purificação, os resíduos desembocam nos rios que alimentam o planeta.
Embora as concentrações de drogas na água sejam baixas, as conseqüências destas para os ecossistemas não deixam de ser preocupantes: desde peixes machos que adquirem características femininas até aves selvagens que perdem a vontade de comer, além de populações inteiras de peixes e outros organismos aquáticos dizimadas.
Diversos estudos sobre o impacto da poluição farmacêutica sobre a vida selvagem apontam que o uso crescente de drogas projetadas para serem biologicamente ativas em baixas doses pode estar causando uma crise global da vida selvagem.
"As populações de muitas espécies que vivem em paisagens alteradas pelo homem estão encolhendo por razões que não podemos explicar completamente", disse a pesquisadora Kathryn Arnold, da Universidade de York, na Inglaterra.
"Acreditamos que é hora de explorar novas áreas, como a poluição farmacêutica."
Leia mais: População animal caiu pela metade no mundo em 40 anos, diz relatório
Machos femininos
Estorninhos, como os que voam nos céus de Roma, são afetados por drogas encontradas na água (Foto: AFP/BBC)Estorninhos, como os que voam nos céus de Roma, são afetados por drogas encontradas na água (Foto: AFP/BBC)
Para os seres humanos, no entanto, a presença de drogas em baixa concentração na água não é um problema: seria necessário tomar entre 10 milhões e 20 milhões de litros de água da torneira para ingerir medicação suficiente para, digamos, aliviar uma dor de cabeça. No caso dos peixes, a história é outra.
O biólogo John Stumper, da universidade britânica de Brunel, foi um dos primeiros a estudar os peixes machos com características femininas descobertos na década de 90. "A primeira coisa que descobrimos foi que havia muitos peixes nos rios que tinham proteína do sangue que é comumente conhecida como a gema. A síntese desta proteína no fígado é controlada pelo (hormônio) estrogênio", disse a Stumper à BBC.
Ele explica que mesmo os peixes machos - que não produzem quantidades significativas de estrogênio e, portanto, não têm gema - apresentavam uma alta concentração dessa proteína. "Especialmente aqueles que habitavam os rios perto de uma estação de tratamento ", notou Stumper.
"Uma vez que eram os machos que estavam se tornando mais femininos e não o contrário (fêmeas adotando características mais masculinas), achamos que a causa poderia ser o estrogênio."
Stumper estava certo: estudos posteriores confirmaram que essas mudanças estavam relacionadas à presença de resíduos de contraceptivos na água. "Em nível molecular, os peixes são extremamente semelhantes a nós", disse o biólogo. Assim, quase todos os fármacos para seres humanos têm um efeito sobre os peixes.
Impactos
Pode-se melhorar qualidade do tratamento da água, mas solução é custosa (Foto: BBC)Pode-se melhorar qualidade do tratamento da água, mas solução é custosa (Foto: BBC)









De acordo com um relatório da Agência Federal Ambiental da Alemanha, as drogas para os seres humanos que mais causam desequilíbrios ambientais são os hormônios, antibióticos, analgésicos, antidepressivos e drogas para combater o câncer.
Entre os medicamentos veterinários, o relatório destaca os hormônios, antibióticos e parasiticidas. Assim como os hormônios sexuais sintéticos, os antidepressivos se dissolvem em gordura, não na água. Por isso, podem entrar na corrente sanguínea dos organismos expostos à água contaminada.
Um estudo de Kathryn Arnold que deve ser publicado no fim deste mês sugere que este fator está afetando o comportamento e a capacidade dos estorninhos, um tipo de pássaro, de se alimentar.
Arnold e colegas da Universidade de York analisaram como o Prozac impacta essas aves, que se alimentam de lagartas, vermes e moscas em áreas próximas a estações de tratamento de resíduos.
Estes organismos, por sua vez, se alimentam de alimentos encontrados na área - em geral, contendo altos níveis de fármacos, principalmente Prozac.
"No inverno, as aves tendem a consumir um bom café da manhã, beliscar ao longo do dia e comer bem antes de escurecer", disse a pesquisadora.
Sob o efeito do antidepressivo, elas não faziam isso: em vez de duas grandes refeições, elas comiam esporadicamente ao longo do dia e, no cômputo geral, comiam menos.
"Esse comportamento pode afetar o seu peso, os riscos que decidem correr ou não para obter alimentos e como se socializam", afirma a cientista.
"São variações pequenas e sutis mudanças que vão se somando e, no fim, podem comprometer a sobrevivência de uma espécie."
Uso excessivo?
Se o problema tem origem na água de resíduos, talvez a solução passe por reduzir a presença de farmacêuticos que vai parar em rios e córregos. Pode-se, por exemplo, desenvolver métodos mais eficientes de tratamento da água. Mas esta pode ser uma solução cara e gerar um gasto de energia muito elevado.
Ole Phal, professor da Universidade de Glasgow Caledonian, defende uma abordagem que inclua uma discussão sobre a produção e o uso de medicamentos. "Estamos tomando (medicamentos) demais? Estamos utilizando-os corretamente? Existe alguma maneira de se desfazer deles que seja mais benéfica para o meio ambiente?", questiona Phal.
"Precisamos refletir sobre o nosso uso de drogas farmacêuticas."

sexta-feira, 3 de outubro de 2014


02/10/2014 07h38 - Atualizado em 02/10/2014 07h38

Internauta fotografa 

obelisco durante 

fenômeno do equinócio

em Macapá

Fotógrafo enviou imagem através da ferramenta colaborativa VC no G1.
Registro mostra o sol através do obelisco do monumento Marco Zero.

Manoel Raimundo FonsecaInternauta, Macapá, AP

Internauta registrou fenômeno do equinócio no Marco Zero do Equador, em Macapá (Foto: Manoel Raimundo Fonseca/VC no G1)Internauta registrou fenômeno do equinócio no Marco Zero do Equador, em Macapá (Foto: Manoel Raimundo Fonseca/VC no G1)
Em Macapá, o internauta Manoel Raimundo Fonseca, de 50 anos, registrou o fenômeno do equinócio no momento em que o sol aparece no obelisco do monumento Marco Zero do Equador, ponto turístico da capital. O fenômeno é considerado um evento turístico no Amapá, e mostra o instante em que o sol se alinha com a linha imaginária do equador. A fotografia intitulada “Equinócio de Primavera na Linha do Equador” foi feita às 6h40min do dia 23 de setembro, dia de início do fenômeno, e enviada através da ferramenta colaborativa VC no G1.
“Como a imagem foi bem curtida no Facebook, recebi muitos elogios e ela foi bastante compartilhada. O equinócio sempre desperta interesse, principalmente por morarmos na Linha do Equador. Há um significado peculiar pra nós amapaenses”, explicou Fonseca.
Não foi a primeira vez que o internauta fotografou o fenômeno, mas desta vez, ele se preparou para o evento. “Eu já tinha fotografado o fenômeno antes, mas essa foto teve mais impacto. Me preparei bastante para esse momento”, disse.
Fonseca é analista judiciário e fotografa desde os anos de 1980, mas começou a se dedicar profissionalmente a fotografia há 2 anos. Ele acredita que o fenômeno poderia ser mais valorizado.
“Tenho amigos que moram no exterior e, quando expliquei o fenômeno, eles acharam fantástico. E pediram mais informações sobre nossa cidade, nossa cultura e como festejamos esse evento. O monumento do Marco Zero deveria ser um grande portal cultural e o equinócio deveria ser um evento que constasse como data importante a ser comemorada”, afirmou Manoel Fonseca.
O equinócio acontece em março e em setembro. O fenômeno marca o momento em que o dia e a noite têm a mesma duração (12 horas).

quarta-feira, 1 de outubro de 2014


01/10/2014 13h31 - Atualizado em 01/10/2014 13h31

Criatura bizarra é 

encontrada grudada 

em peixe fisgado em 

lago nos EUA

Criatura foi identificada como sendo uma lampreia-marinha.
Parasita foi levado para o Museu de História Natural de Cleveland.

Do G1, em São Paulo
Uma criatura bizarra foi encontrada no mês passado no lago Erie, em Rocky River (Ohio), e foi levada para o Museu de História Natural de Cleveland.
Criatura bizarra foi encontrada no mês passado no lago Erie (Foto: Reprodução/Facebook/Cleveland Metroparks)Criatura bizarra foi encontrada no mês passado no lago Erie (Foto: Reprodução/Facebook/Cleveland Metroparks)
De acordo com o departamento de parques de Cleveland, trata-se de um lampreia-marinha, também conhecida por peixe vampiro, que foi introduzida acidentalmente na região dos Grandes Lagos, na fronteira entre EUA e Canadá.
A lampreia-marinha foi parar no lago Erie a partir do Oceano Atlântico por meio do canal Welland, que liga os lagos Erie e Ontário.
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Parasita está encravado em truta que havia sido fisgada no lago (Foto: Reprodução/Facebook/Cleveland Metroparks)Parasita está encravado em truta que havia sido fisgada no lago (Foto: Reprodução/Facebook/Cleveland Metroparks)
Lampreia-marinha foi levada para o Museu de História Natural de Cleveland (Foto: Reprodução/Facebook/Cleveland Metroparks)Lampreia-marinha foi levada para o Museu de História Natural de Cleveland (Foto: Reprodução/Facebook/Cleveland Metroparks)
O parasita está encravado em uma Truta-arco-íris que havia sido fisgada no lago.

domingo, 28 de setembro de 2014


28/09/2014 06h00 - Atualizado em 28/09/2014 06h00

Cientistas descobrem

‘interruptor’ que atua 

em envelhecimento celular

Enzima que prolonga capacidade da célula de se dividir 'liga' e 'desliga'.
Compreensão pode levar a tratamento de doenças do envelhecimento.

Do G1, em São Paulo
Pesquisadores Victoria Lundblad e Timothy Tucey fizeram descobertas sobre como funciona a enzima telomerase (Foto: Cortesia do Salk Institute for Biological Studies)
Pesquisadores Victoria Lundblad e Timothy Tucey fizeram descobertas sobre como funciona a enzima telomerase (Foto: Cortesia do Salk Institute for Biological Studies)
À medida que nossas células se dividem – para renovar tecidos da pele, pulmões, fígado e outros órgãos – as extremidades dos cromossomos presentes nas células vão se encurtando cada vez mais. Quando essas extremidades, chamadas telômeros, tornam-se muito curtas, as células perdem a capacidade de se dividir, o que promove a degeneração dos tecidos. Isso é o que geralmente ocorre com o envelhecimento.
Existe, porém, uma enzima chamada telomerase que é capaz de reconstruir os telômeros, prolongando a capacidade das células de se dividir. Uma pesquisa publicada este mês na revista “Genes and Development”, desenvolvida pelo Instituto Salk para Estudos Biológicos, na Califórnia, avançou na compreensão de como funciona essa enzima. O estudo descobriu que existe um tipo de “interruptor”, capaz de “desligar” e “ligar” essa enzima.
Desta forma, em algumas situações, mesmo quando presente na célula, ela pode não impedir seu processo de envelhecimento.
Entender de que forma esse interruptor é ligado e desligado pode ajudar a desenvolver mecanismos para evitar o envelhecimento celular. E também pode trazer informações importantes para pesquisas na área de câncer. Isso porque a presença de grandes quantidades de telomerase está relacionada ao crescimento celular desregulado que caracteriza o câncer.
Levedura de pão
O estudo foi feito em uma levedura unicelular chamada Saccharomyces cerevisiae, usada para fazer vinho e pão. Os cientistas observaram o processo de divisão celular nessa levedura, para desvendar os mecanismos de funcionamento da telomerase.
O que descobriram foi que, enquanto a duplicação do genoma está em curso, a telomerase fica “desmontada” e inativa. Mas, assim que a duplicação termina, a enzima se “monta” de volta, tornando-se ativa e recompondo as extremidades dos cromossomos para garantir a divisão celular completa.
“Estudos anteriores sugeriam que, uma vez presente, a telomerase está disponível sempre que for necessário”, diz a pesquisadora Vicki Lundblad, uma das autoras do estudo. “Ficamos surpresos ao descobrir que, em vez disso, a telomerase tem o que é em essência um botão de ‘desligar’, pelo qual ela se desmonta.”
Caso a ciência aprenda a manipular esse interruptor que liga e desliga a enzima telomerase, pode ser possível tanto desenvolver tratamentos para as doenças do envelhecimento quanto desenvolver mecanismos de combate ao câncer

quinta-feira, 18 de setembro de 2014


18/09/2014 06h00 - Atualizado em 18/09/2014 07h43

Mergulhador fica 'pequeno' 

ao nadar ao lado de

peixe-lua gigante

Cena foi registrada em Marsalforn, em Malta.
Erik van der Goot disse que experiência foi 'única' e 'incrível'.

Do G1, em São Paulo
O mergulhador Erik van der Goot ficou "pequeno" ao ser filmado nadando ao lado de um enorme peixe-lua, também conhecido como mola mola. O vídeo gravado em Marsalforn, em Malta, alcançou mais de 340 mil visualizações no YouTube. Assista
Erik van der Goot ficou 'pequeno' ao ser filmado nadando ao lado de peixe-lua gigante (Foto: Reprodução/YouTube/Erik van der Goot)Erik van der Goot ficou 'pequeno' ao ser filmado nadando ao lado de peixe-lua gigante (Foto: Reprodução/YouTube/Erik van der Goot)
Erik disse que o encontro com o enorme peixe no mar Mediterrâneo foi uma "experiência única" e "incrível". Segundo ele, o peixe-lua pode pesar mais de duas toneladas e atingir mais de três metros de comprimento.
Vídeo gravado em Marsalforn, em Malta, alcançou mais 340 visualizações (Foto: Reprodução/YouTube/Erik van der Goot)Vídeo gravado em Marsalforn, em Malta, alcançou mais de 340 mil visualizações (Foto: Reprodução/YouTube/Erik van der Goot)